segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Anjos de Carinho

Há trabalhos que ainda mal estão iniciados e já estou ansiosa por ver o resultado. As expectativas são tantas que fico louca por tornar aquela imagem que tenho em mente em realidade.
Também é verdade que nem sempre o resultado é tão brilhante como esperava e torna-se uma frustração... mas, felizmente, o trabalho que aqui mostro hoje não é um desses casos.

Confesso que desde o inicio que adoro este trabalho e, por isso, estava desejosa de o oferecer à destinatária, ou melhor, à mãe, porque a Inês é ainda muito bebé.


Pois é, este é mais um presentinho dos meus, que como sempre gosto que seja personalizado. Talvez não seja um presente muito valioso monetariamente, mas é-o no carinho que foi empregue.=)

A Inês é minha prima e foi baptizada ontem. Foi com muita dedicação e gosto que lhe fiz esta caixa - ao qual acrescentei a moldura - com as cores do seu futuro quarto: rosa e verde. As anjinhas são para lhe transmitir alegria, doçura e a protegerem dos sonhos maus. =)


[A fotografia não ficou grande coisa, mas infelizmente não consegui melhor.]

Aqui mais de perto.


Parte do gozo que esta caixa me deu a fazer residiu no facto de te-la realizado unicamente com pintura, sem decoupage ou qualquer outra técnica - são os trabalho de que mais gosto.

As anjinhas foram copiadas para a caixa com papel vegetal, um método bastante arcaico, e pintadas à mão livre a partir dai.
As riscas foram feitas com fita-cola de pintor, pois ainda não encontrei um método melhor...e pronto... o resto foi inspirado com e no carinho.


Já sei que a mamã da Inês gostou, só espero que quando esta bebé crescer tambem goste.


Despeço-me com a ternura que só mesmo as crianças conseguem florescer em nós.


***=)


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domingo, 7 de setembro de 2008

Longe é o tempo e a distância

De volta!

Para muitos Agosto é mês de férias, de sol, praia e descanso.
Bem, para mim não é excepção, pelo menos este ano - último ano de estudante - ainda não é. Mas mais do que isso, para mim é um mês para outras actividades que me fazem deixar o local para onde tantos vêm - o Algarve.
Para mim férias, mais do que ir à praia, ou descansar, é sair do meu «habitat natural», largar rotinas, mudar de ares e, acima de tudo dar de mim e estar com amigos - especialmente aqueles que, apesar de morarem no meu coração como os outros, estão a quilómetros de distância, espalhados pelos caminhos que vão desde o «meu» Algarve até à capital lusa, passando pelas quentes planícies alentejanas e pela margem sul onde se faz sentir a brisa do Tejo...
É tão fácil estar feliz!

Este ano aproveitei o mês em grande e o difícil foi (está a ser) voltar para a realidade... tem de ser.
Mas não falemos disso...

Estava eu a falar de amigos. Pois, nestas férias estive com vários e não me podia ter sabido melhor. E nos entretantos, entre uma ida e vinda do Algarve, ainda deu (finalmente) para estar com uma amiga não de longe de distância mas de longe no tempo. Amiga de outros tempos que a vida cruzou e mais tarde afastou. Não deixa de ser uma das pessoas mais presentes nas minhas recordações de infância e, por isso, continua a ser especial.
Foi por isso que decidi oferecer-lhe um presente de aniversário especial, para que recordássemos aqueles tempos.

A ideia foi simples, fazer duas pregadeiras, semelhantes, uma para ela e outra para mim, como que elo de união. Mas mais do que isso, esta pregadeira foi inspirada numa imagem que tenho desde miúda e que era uma espécie de «símbolo» da nossa amizade.


No fim acabei por lhe oferecer as duas sem explicar a sua razão de ser. A pergunta também não surgiu... por isso fiquei-me pela intenção, sem coragem de o dizer...

Mas o mais importante é que gostou e tenho a certeza que, de uma maneira ou de outra, as irá usar!=)


Despeço-me ainda com vontade de férias e não de realidade... Mas o que tem de ser tem muita força.


***=)



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quinta-feira, 31 de julho de 2008

As Cuequinhas da Mafalda

Lembram-se desta fralda que bordei para a minha mãe?!

Pois é, o combinado era que a segunda fralda seria pintada, pois essa sempre foi a ideia da minha mãe desde o inicio...

Depois de muito tempo junto ao computador a tentar fazer a minha mãe decidir-se quanto à imagem que queria... - primeiro queria um bebé, depois a Minnie, depois já não sabia ... - lá se decidiu pela Mafaldinha, de quem a bebé será homónima.



Aqui está ela com a sua barriguita à mostra, num outro prisma.



E foi assim que me lancei na pintura em tecido. Já tinha experimentado, mas com tintas acrilicas e não próprias para o tecido, como desta vez. Só posso dizer que gostei bastante do resultado!
Além dos brilhantes no cabelo e nas cuequinhas, o amarelo deita um cheirinho mesmo bom - são cuequinhas lavadinhas! =)

Por hoje é tudo, despeço-me com a ternura desta «marafada» Mafalda.


***=)

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Costumam perguntar se vendo os meus trabalhos.
A resposta é sim! Faço trabalhos sob-encomenda, como é o caso de alguns que mostro aqui. =) Embora também tenha alguns prontos na barra lateral.

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quinta-feira, 24 de julho de 2008

Aroma de flores

O prometido é devido... E aqui estou eu para o cumprir a minha promessa.
Lembram-se desta rosa?
Pois é, assim que a fiz pensei a pessoa que iria adorar receber flores como esta...
E então não perdi tempo, pois o seu dia de aniversário estava próximo.
Uma manhã bastante ocupada a regar com agulhas para que nascecem flores...
Pela janela o sol insistia em entrar, cheio de luz e calor tal não era a alegria de as ver brotar por entre feltro, agulhas e fitas. ;)
Decidi-me a fazer também tulipas...pela curiosidade e para variar o «ramo» que planeara.


Não fiz muitas...não quis cair no exagero.
E depois surgiu a questão: E agora? "Onde as ponho, como as ofereço?".
A ideia do ramo pu-la de parte...por mais que tentasse arranja-lo não me satisfazia.

Depois de dia e meio de dúvidas, a F. - a menina das borboletas =) - Sugeriu que as oferece-se num cesto... Sugestão aceite!!!

Procurei, procurei...e não encontrei nada que encaixasse na ideia que tinha... Depois de, juntamente com o meu pai, dar-mos muitas voltas à cabeça...surgiu uma ideia... A última possivel de concretizar, uma vez que o tempo se estava a esgotar. =P

O meu pai não achou que eu ia conseguir... Mas com muita invenção - de quem não sabe o que está a fazer - e sem vontade de desistir...lá fui tentando fazer crescer a trama deste pequeno cesto, ao qual, posteriormente, acrescentei alguns adereços, para melhorar e decorar o resultado final.

O conjunto até ficou engraçado...
Nada do esperado, mas nestas coias a intenção e o carinho dedicado é que conta.

Claro que a minha avó, a aniversariante e amante de flores, gostou - claro! Avó é assim!:)
E ficou muito bem no centro da mesa de jantar de ontem à noite.:)

Despeço-me com o ar infantil deste trabalho e com o desejo d que o mesmo se espalhe pelo rosto de todos.

***=)

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Cores com asas

Se eu pudesse não parava de fazer coisas para oferecer às pessoas de quem gosto.
Adoro dar pequenas lembranças feitas por mim... são como que para dizer às pessoas que gosto delas...

Este foi para uma menina que está longe...Sempre que temos a oportunidade de falar (mesmo que não o seja pessoalmente) sabe sempre como me aquecer e colorir o coração.

Sendo para ela, só podia ter a ver com duas coisas...borboletas e cor-de-laranja!:) O azul é o pormenor extra...coisas nossas. =p =)


A vontade de lhe fazer algo surgiu e assim que pude passei dos pensamentos aos actos.
Optei por fazer uma borboleta com dois lados e que desse para usar aberta ou fechada...:)
Nem sempre as ideias que tenho resultam, mas nunca me lembro de parar de inventar :P

Aqui, em pormenor, o lado principal - o meu preferido e também o dela!

Tive pena de não ter aguentado para fazer surpresa, não resisti a contar e mostrar o que lhe tinha feito, mas sei que ela já recebeu e adorou!!!:D
Ainda bem!:D
Despeço-me com um sorriso colorido... é bom mimar os outros!
***=)

domingo, 13 de julho de 2008

Rosa sem Espinhos

Não sei se já disse antes, mas eu não sou daquelas pessoas que adoram flores.
É verdade que como qualquer menina - pelo menos a maioria - gosto de receber uma florzinha de vez em quando (não que já tenha recebido muitas). Mas não sou daquelas pessoas que tenha imensas flores e que fique fascinada com tudo o que tem flores, mesmo que não passe de um padrão estampado, aliás, em geral, não gosto dessas coisas com flores por todo o lado. Prefiro ve-las no seu habitat natural, a natureza! De me deixar impressionar com as cores e cheiros que esta tem para nos oferecer.

Talvez por isso, esta flor não surgiu por razão nenhuma, simplesmente vi flores feitas de feltro e decidi tentar fazer também. Algo que até nem me era muito estranho, uma vez que costumo faze-las em papel na brincadeira, para oferecer aos amig@s num gesto de amizade.

Vi muitas e depois decidi faze-la por mim, simples, mas gostei do resultado que ficou bastante semelhante às de papel (menos amachucado e com mais cor).


... em pormenor ...


Quando a fiz não tinha destino, mas no dia seguinte encontrei a situação ideal para a oferecer... E lá foi ela para a casa de uma amiga! =)


E por hoje despeço-me com a promessa de que o «roseiral» cá de casa, em breve, dará mais flores.


***=)

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Pelo ar a voar

Sempre gostei de joaninhas... Mas das verdadeiras.
As representações de joaninhas raramente me chamam à atenção - por estranho que pareça, as estrelas que são bem mais simples, cativam-me muito mais - e, talvez por isso, ainda não tinha feito nenhuma joaninha.
Quer dizer, talvez por isso ou por outra razão qualquer. Ou melhor, se calhar por razão nenhuma, apenas não tinha calhado.

Mas este foi um pedido especial. Feita para oferecer a uma senhora que quanto tanto pude perceber, tem um espirito livre e alegre e que tem um especial amor pela natureza.

Não me pareceu um desafio dificil...mas terminada a joaninha, o resultado ainda não me agradava- o que acontece muitas vezes.
Foi por isso que acrescentei folha, deu-lhe um toque mais natural e, na minha opinião, realçou ainda mais a joaninha...



Agora já olho para ela com outros olhos.
E embora ainda não tenha o feedback, acredito que quem a receber irá gostar. Aposto que já está ao peito, cheia de felicidade, pronta para voar em muitas aventuras.


Despeço-me sem me esquecer que é a forma como se olha que torna as coisas belas.


***=)

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Pequeno duende


Mais uma vez, um trabalho que resultou de um impulso. Mas neste caso, o impulso da saudade.
De vez em quando faço as minhas pesquisas e tenho encontrado uns carimbos tão giros que fico cheia de vontade de saber fazer igual.
Depois de tanto delirar com coisas engraçadas que por ai se fazem, deu-me a vontade de repetir a proeza de fazer carimbos, que já tinha experimentado (e adorado) há uns tempos.

Depois de deixar que a vontade tomasse conta de mim, o mais dificil foi decidir que imagem utilizar. Geralmente, não faço coisas iguais às que vejo, por isso, em vez de me inspirar em imagens de carimbos, decidi inspirar-me em imagens normais que circulam por ai...
E depois de muita navegaçao na net lá me decidi.

Fui buscar o papel, o lápis, a borracha e o meu kit de carimbos, que na verdade é um conjunto de x-actos que tenho há muito tempo e que quando comprei nem sabia se me seria útil...agora já é!=P



Desenha aqui, passa para ali, corta aqui e depois ali...e aos poucos vai ganhando forma...

No fim ainda sofreu umas lesões (afinal o material embora sirva, não é o adequado), mas ficou muito um ar doce na mesma, ora vejam...



...aqui de um prisma diferente...

Está pronto... o carimbo do pequeno duende.
Agora tenho é de lhe colocar uma base. Ah, e arranjar uma nova almofada de tinta de carimbo, que a do meu pai é da idade da pedra e já está a secar.


Despeço-me com um sorriso, como o deste pequeno duende com ar de reguila.


***=)

sábado, 28 de junho de 2008

Amarelo cogumelo

Que eu gosto de trabalhar com materiais nas mãos e dar-lhes forma muita gente sabe.
O que as pessoas nem sempre sabem, é que, dentro desse ritual, adoro os pensamentos do acaso, desenhar e dar à ideia a forma e a cor que a tornam realidade.
Normalmente, resultam desta impulsividade os trabalhos de que mais gosto, como é o caso da máquina de costura e do piano, dois dos meus trabalhos preferidos.
Claro que geralmente gosto de tudo o que faço, nem sempre adoro e fico 100% contente com o resultado, mas se não gostar o suficiente, tem de ser refeito.

O trabalho de hoje também nasceu de um impulso... É simples, mas gostei imenso de o fazer.
Fi-lo para uma menina com quem tinha uma troca, mas, entretanto, ela tem de ir para o estrangeiro e falta-lhe o tempo para se dedicar à troca.
Sabendo que a ia encontrar, decidi oferecer-lhe algo, como que para compensá-la pela troca que não realizámos.

E assim foi, pensei e desenhei com base nos gostos que a própria me tinha falado, e pus mãos à obra.
O resultado...?! Uma pregadeira com um cogumelo estrelado, amarelo e roxo. =)


Foi tão fácil e gosto tanto do resultado...
E ficou maravilhosamente na camisola roxa da M. que, com um sorriso, agradeceu surpreendida e fez questão de a colocar, de imediato, junto ao peito.

E pronto, estas coisas deixa-me contente, que se ha-de fazer. =P

Despeço-me com esta alegria de dar que tão bem me faz sentir!


***=)

No baloiço a brincar



Às vezes os adultos são piores que as crianças. Cá em casa não é excepção.
Estava eu a bordar a fralda para a Mafalda que a minha mãe me tinha pedido, quando o meu pai se lembra que também conhece um bebé que havia nascido há pouco tempo.
Amuou porque não lhe disse logo o que queria, mas também não se atreveu a pedir...

Não lhe disse mais nada e, assim que tive tempo, bordei-lhe esta fralda.
Encontrei este bordado na internet. Pequenas crianças a brincar com/nas letras. A menina chama-se Catarina, por isso tinha de ser o C. Como a fralda é rosa, mudei as cores a olho e à minha maneira, mas acho que resultou bem.


Aqui a parte de trás.



Mais tarde, quando lhe entrei a fralda, o meu pai nada disse, ficou a olhar. Mas assim que pôde foi oferecê-la à bebé! =)


Por hoje é tudo!


Despeço-me com um desejo: que sejamos sempre crianças...correr, brincar e, até, amuar... Não tem nada de mal de vez em quando.


***=)
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