terça-feira, 23 de outubro de 2007

Borrachas que não apagam

Tenho aqui mostrado algumas das técnicas que faço e nas quais até não me saio muito mal.

Mas hoje vou falar de outra técnica, aliás, nem sei se vou falar de técnica, uma vez que o meu grau de amadora é unicamente o da curiosidade.

Sempre gostei muito de carimbos, principalmente os de borracha, e lembro-me de, durante as aulas, transformar as borrachas de apagar o lápis em carimbos. Era uma mania que tinha, e fazia-o inconscientemente - escrevia qualquer coisa com a caneta, depois passava a caneta mais algumas vezes por cima, para que tivesse tinta suficiente, e depois marcava as folhas...e quando a tinta acabasse, era só fazer um outro desenho e recomeçar a carimbagem...=P

Comecei a ver, na internet, carimbos feitos à mão e sempre me fascinou como ficam lindos e originais...

Depois de uma luta entre a vontade e a falta de «coragem», finalmente a vontade levou a melhor e decidi tentar.
Então, há já uns meses, pequei nas borrachas e no x-acto/bisturi do estojo de pintura em porcelana, e pus mãos à obra... O primeiro não ficou grande coisa, aliás, acabei por compreender que ficou imperceptível, mas isso não me tirou as forças e continuei a tentar... pois a vontade ainda era maior.




[Na imagem - da esquerda para a direita e de cima para baixo: agulha no tecido; pincel; flor sorridente; almofada do Vitinho - que saudades do Vitinho...]


Os desenhos surgiram ocasionalmente, pequenas ideias que me surgiam, sem haver uma razão para tal. Os resultados apesar de simples, deixaram-me contente!=)

Há uns tempos que não «corto na borracha», mas qualquer dia volto a dar uns golpes. ;P

Por mim, experimentava todas as técnicas, pois curiosidade não me falta!
Mesmo quando o resultado não é tão perfeito, não deixo de tentar, pois dá-me ainda mais gozo tentar ser um pouco melhor. Além disso, à tanta forma de dar uso às mãos por meio da arte, que o melhor é não as deixar paradas e dar-lhes a conhecer algo novo sempre que possível. =)

E é assim, não com os golpes do x-acto, mas com o prazer de novas experiências, que me despeço por hoje.



***=)

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

O guardanapo já não limpa, decora.

Não há quem não goste de ver uma mesa bonita, com guardanapos a condizer, dobrados da forma mais original possível - é claro que, depois de vir a comida, já ninguém se lembra da cor do guardanapo ou que este ainda lá está...

Pois bem, também para mim os guardanapos não eram mais do que esses meros papeis usados à mesa, ao qual nos devemos limpar.

Contudo, isso mudou depois de a Sandra me ensinar a técnica de Decoupage (ou técnica do guardanapo, mas gosto de abreviar para decoupage)- pela segunda vez...(acho que a primeira, apesar de ter gostado de aprender, não me fascinou o suficiente).
Pacientemente, esta minha amiga lá deu umas aulinha para que eu e a C. aprendêssemos a técnica e nos dedicássemos a ela.
O resultado foi esta placa para porta do Tweety (lado azul), feito com a aju
da da professora e, depois, o outro lado (amarelo) ficou por nossa conta... penso que não nos saímos assim tão mal.



A placa agora decora a porta da C. - felizmente gosto do gato Silvester e não do Tweeaty, se não teria sido difícil decidir quem ficava com ela!=)

Foi assim, juntamente com a C. e o incentivo da Sandra que me comecei a dedicar ao decoupage .

Entretanto, eu e a C. fomos criando mais algumas peças juntas, para ajudar a nossa classe desportiva a arranjar fundos para que fosse possivel ir representar o país lá fora - Já fomos e correu tudo bem, felizmente!)

Aqui ficam algumas das peças que fizemos juntas e que eu mais gosto:






Agora, sempre que posso e me surge uma ideia, lá me dedico a esta técnica - já sem a companha da C. - , que até acho simples e que me permite voltar a agarrar e dar atenção aos pincéis.
Trabalhar com tintas e com a delicadeza do pincel traz-me sempre tranquilidade... e claro, ver o resultado e gostar dele, ainda mais juntamente com uma enorme dose de alegria.

Para terminar, deixo aqui esta caixa que foi o meu último trabalho em decoupage - Adoro!!!.
Fi-la com toda a dedicação para a minha amiga F. que adora borboletas, relógios e cuja cor preferida é o cor de laranja...




É com estas borboletas, que voam para o sol quente que espreita nestes dias de Outubro, que me despeço por hoje.


***=)

domingo, 21 de outubro de 2007

Nem papel, nem tecido...

A primeira vez que vi feltro foi num daqueles conjuntos de papel de todos os géneros, que por vezes se encontra nos hiper-mercados.
Ao chegar a casa vi aquele estranho papel misturado com os restantes cartões e cartolinas. Estranhei-o, pois era um tipo de papel que nunca tinha visto...
Foi assim, confundido com papel que o feltro me foi "apresentado".

Não lhe liguei muito, pois mal sabia para que servia... Mas sempre que fazia um dos meus postais de aniversário, embelezava-o colando um pouco daquele papel fofinho...

A primeira vez que o usei à seria, foi para fazer um postal de casamento, em forma de coração... tratei-o como papel, colando-o a outros tipos de papel, mas aproveitei para dar ao postal um ar 3D pondo entre o feltro e o papel do interior do postal algum algodão. Ficou super giro - uma mistura de fita, renda de papel, feltro, etc...e foi, sem dúvida, uma experiência muito engraçada.

Mais tarde, e não sei bem como, fui-me apercebendo que o feltro era, afinal, mais uma espécie de tecido do que papel...e comecei a tratá-lo como tal.
Ao contrário das outras técnicas que fiz, e que já aqui mostrei, o feltro surgiu recentemente, não há mais de 4 anos - se tanto... e tem permanecido.


Os meus primeiros trabalhos com feltro como "uma espécie de tecido" foram estes dados. Não me inspirei em lado algum, apenas imaginei o que queria fazer e, depois, fui dando pontos para se formarem:


O preto e branco foi o primeiro e ofereci a uma amiga especial, a P. , que o usou durante séculos.
O castanho foi o único que resistiu e continua comigo, todos os outros foram comprados por amigos.

Como me pediam e eu adorava fazê-los, acabei por fazê-los em outros dois tamanhos...




Hoje em dia, e apesar de fazer outras coisas sempre que posso, ainda há quem goste deles e me encomende novas versões...
Estes dois foram a minha última encomenda, e em vez do ponto caseado - que no inicio não fazia ideia que tinha um nome, quanto mais que se chamava assim - tem os pontos por dentro.
São "enormes" (+/- 10cm
3), e estão no retrovisor do carro da G. =)



O feltro, tal como o Ponto Cruz, tornou-se uma grande paixão.
Adoro criar e inventar com ele.
Adoro encontrar e ver novas cores, e não resisti a criar o meu próprio catálogo de cores, onde está presente cada cor que tenho, ou já tive. =) - Além disso, tenho um estranho fascínio por gradações de cores!



Para terminar, vou aqui mostrar os meus dois trabalhos preferidos do momento... feitos em dias de inspiração e recheados de dedicação.
O primeiro fiz para para oferecer à minha amiga Sandra, louca por crafts e roxo.
E o segundo fiz para a minha amiga A., que vive para a música.






São, sem dúvida alguma, dois dos trabalhos que mais prazer tive em fazer!!=D

E assim, entre o melodioso som do teclado do piano e o barulhinho sistemático da máquina de costura, me despeço por hoje.

Um resto de um bom Fim-de-Semana!


***=)

sábado, 20 de outubro de 2007

Cruzar de linhas

Num dia radiante como o de hoje só podia aproveitar para falar de uma grande paixão... o ponto cruz.

Tal como a maioria das coisas que faço, foi pela a curiosidade e a vontade de ver as minhas mãos a criar que cheguei ao ponto cruz.
Deveria ter 10 anos quando saiu, no quiosque perto de casa, a primeira edição da colecção é tão fácil (muito conhecida, e que julgo ter voltado a sair não há muito tempo). Depois de folhear aquelas pouquicimas folhas, disse à minha mãe que queria fazer um dos desenhos que lá estavam (uns carrinhos de bebé, algo simples que me achei capaz de fazer, embora nunca tivesse visto ninguém fazer ponto cruz). A minha mãe, que nunca foi muito dedicada às artes e aos trabalhos manuais, e adora (ainda hoje) a minha vontade de experimentar e de fazer de tudo um pouco - ou seja, de aprender, não me faz esperar. Levou-me, com a folha do gráfico à retrosaria mais perto. A senhora vendeu-nos agulhas, linhas e barra de quadrilé rosa. Foi só chegar a casa e começar a trabalhar.
É claro que a perfeição não existia, ainda mais com os nós que fazia para prender a linha... mas aos poucos fui tendo umas dicas. No fim do conjunto de barras, que acabei por fazer para aplicar num conjunto de toalhas, já sabia como rematar, que os pontos deveriam ter todo o mesmo sentido, e que não podia andar com a linha de um lado para o outro, pois a parte de traz também devia ser perfeita.



[Na imagem - Os meus primeiros pontos, e uma toalha com umas patinhos que fiz mais tarde (o último conjunto de toalhas a que me dediquei e que acho que ainda não terminei o conjunto - para desgosto da minha mãe) =P]

E pronto, foi assim que nasceu esta paixão, por algo que me fascina realmente, não só fazer mas também ver.=)
Outras barrinhas e/ou toalhas que fui fazendo e, mais tarde, umas coisinhas que oferecia...claro! =P

Aqui estão dois dos trabalhos que ofereci, um à minha amiga Li e outro ao meu pai (Benfiquista dos pés à cabeça :P).
Penso que são os maiores que fiz - não sou tão dotada como gostaria para me atrever a fazer lindos e gigantes quadros.
O primeiro, do Académica de Coimbra, tem a particularidade de ter sido eu - com as minhas folhas de caderno quadriculado - a fazer o gráfico (tinha 12 ou 13 anos).

E o segundo, do Benfica, por ser tão grande e complicado foi feito por partes para mim, foi feito nas férias grandes... o que fez com que só o terminasse 2 ou 3 anos depois (coitadinho do papá, que não via o seu quadro terminado).




Infelizmente, por ser algo mais demorado que outras técnicas, fui deixando de ter tempo para a fazer. Neste momento morro de saudades destas cruzinhas que me cativaram, pois há anos que não faço ponto cruz, e por isso vou-me deleitando a ver o trabalho dos outros. ;)

Por agora, tenho dois projectos em stand by. Comprei-os na Exposição Stitch & Craft 2007, em Londres, onde tive o prazer de ir este ano... e claro, numa exposição enorme, onde o ponto cruz (e outras artes) nos rodeiam, é dificil resistir!!!=)
Aqui estão eles à minha espera, e eu à espera de coragem... ;P



E com eles, e com esta vontade de os fazer, me despeço por hoje... - São lindos, não são?!!!


***=)

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Vitral de flores e cores


Hoje vou aqui mostrar um trabalho ao qual não dou muita atenção.
Para ser sincera, não me lembro de o ter mostrado a alguém com vaidade ou orgulho...pelo menos não como o faço com outros trabalhos - como a Magali (post anterior) por exemplo. E embora até o tenha à vista, a sua presença é discreta...

Não sei porque acontece isto... pois certo que até gosto do resultado, e talvez por isso - e pelas recordações que me traz - ainda o guarde.

Trata-se de um vitral, e lembro-me perfeitamente de o fazer.
Fi-lo na feira de artesanato local, num stands que, na época, estava a ser utilizado pela minha professora de pintura em porcelana. Nela era permitido às crianças experimentar algumas técnicas.
Eu tinha entrado há pouco tempo - se não estou em erro - para as aulas de pintura em porcelana, e o entusiasmo era tanto que queria ir para o stand todas as noites. Numa dessas noites a professora disse-me para experimentar pintura em vidro.


Aceitei, desejosa de aprender algo novo... Escolhi o desenho, fiz o contorno e depois pintei. No entanto, e apesar de o resultado final não me ter desagradado de todo, não gostei muito a técnica... Sinceramente não me lembro porquê, mas sei que essa primeira experiência não foi o suficiente para voltar a experimentar pintura em vidro.

Não quero, contudo, desvalorizar a técnica, pois penso que todas as técnicas têm o seu mérito, só não me dei bem com ela... Além disso, adoro vitrais, acho-os lindos.

Como tal, não quero desprezar este meu trabalho que apesar de tudo estimo e olho com carinho. =)


Ao rever este trabalho com atenção o que mais me impressionou foi ver a data- 98. Isto significa que eu teria cerca de 11 anos, o que me leva a rectificar o meu poste anterior - Canetado e Pintado. Afinal parece que comecei a pintar em porcelana aos 11 e que continuei lá mais que 3 ou 4 anos... deveram ter sido, pelo menos, 5 anos...

Não o afirmo, porque o espaço temporal das minhas recordações é muito inseguro, infelizmente.


E assim, vos deixo hoje, com estes jarros à janela.

***=)

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Meio ponto é, afinal, ponto inteiro.

Ao ir contruindo este blog, vou recordando, com saudade, muitos trabalhos e técnicas que fiz outrora.

Hoje decidi escrever sobre o meio ponto.


Se não me falha a memória - e exceptuando aqueles trabalhinho que fazemos em serrapilheira na escola primária (que já nem me recordo como se faz, infelizmente) - foi através deste ponto que tive a minha primeira experiência com agulha e linhas.

Lembro-me que fui a uma retrosaria com a minha mãe - não faço ideia do porquê - e vi, junto do balcão, uns desenhos muito engraçados num tecido esquisito, com buraquinho.
Devo ter perguntado para que servia, e a senhora da loja explicou-me o que era e como se fazia....Não sei como foi depois, mas ao regrassar a casa trazia uma tela com uma ovelhinha branca desenhada, juntamente com linhas e agulha... e não a larguei mais até terminar.
A meio do percurso, um adulto disse-me que não estava a fazer bem, porque o ponto deveria ser sempre para o mesmo lado e eu estava a fazer uma linha para a direita, e outra para a esquerda, sucessivamente. Não me importei e decidi terminar com o mesmo "padrão". =)
É claro que ao terminar quis fazer mais e fiz questão de explicar à senhora da loja como se fazia, pois não era como me tinha explicado - vê-se logo que era criança pequena, se não nunca teria tido tanta lata. =P


E pronto, novos trabalhinhos foram surgindo...

[na imagem - Os trabalhos que fiz em meio ponto, na ordem em que foram feitos - da ovelhinha, até ao cão com gatinho]


No entanto, e apesar de gostar de bordar, vim-me a aperceber, mais tarde, que nem sempre gostava do resultado, pois o ponto acaba por "desfigurar" um pouco a imagem, o que lhe tira um pouco a perfeição.


O último trabalho que fiz foi-me oferecida a tela uns anos mais tarde, e foi crescendo aos poucos, lentamente... Nessa altura já andava um pouco insatisfeita com a técnica (acho que em parte a imagem anterior, do cão com o gatinho, foi a culpada desta minha desmotivação)...

Contudo, acabei por adorar o resultado, e estou muito orgulhosa dele!

Por isso é com muito prazer que vos apresento a Magali - cerca de 35*25cm:

Mais de perto...



Neste momento estou a pensar emoldurá-lo, assim como ao meu primeiro trabalhinho [ovelhinha], pois apesar de imperfeito tenho muito carinho por ele!=)


Para terminar, só quero acrescentar que não conheço muita gente que faça estes trabalhos em meio ponto, o que lamento, pois talvez encontrasse motivação para voltar a trabalhar com ele.


[Se houver por ai alguém que faça meio ponto que se manisfeste, ficarei muito contente em ver novos trabalhos nesta técnica]


E assim me despeço com esta doce Magali.


***=)



[PS: Não pode passar de hoje, a todos aqueles que me incentivaram a criar este blog, o meu Obrigada!]

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Canetado e Pintado

Ao acordar apercebi-me que tinha mentido...

Afinal, até tenho algumas coisas feitas de mim para mim, e estão bem à vista, na minha parede do quarto... A verdade é que nem me lembrei. Apesar de adorar estas peças e de me trazerem recordações muito boas, já as fiz há tanto tempo que me escapou mencioná-las, assim com à técnica em que são feitas.

Assim sendo, parece-me justo dá-las a conhecer:


Estas peças foram feitas em 2000 e 2001, respectivamente, e a dos ursinhos foi a minha p
rimeira experiência na pintura em azulejo/porcelana.



Para os mais curiosos, esta técnica consiste no decalque da imagem, através de papel quimico, para o azulejo. Depois faz-se o canetado (contorno da imagem), com uma caneta própria, semelhante à caneta permanente mas muito mais fina. A tinta é em pó, e a esta junta-se um óleo - que não me recodo o nome - com uma espátula, até que a mistura fique suficientemente consistenete ou liquida, dependendo do que se pretende fazer com ela. Depois de ir ao forno e de o canetado estar cozido, passa-se há fase de pintura, que é feita em várias de mão, sendo que depois de cada uma dessas de mão terá de ir ao forno. E pronto, este é, muito suncitamente, o método de trabalho utilizado (ou o que me recordo dele).
...Lembro de gostar especialmente da fase do canetado...não tão amada por muitos. =P

[Na foto, algum do material desses tempos e que ainda anda cá por casa]


Andei nas aulas deste tipo de pintura - cordenada pela professora Isabel Valente - durante alguns anos, penso que 3 ou 4, . Entretanto ao entrar para o liceu tive de abdicar dela por falta de tempo, pois além de serem necessários materiais muito dispendiosos, é preciso um forno próprio, o que não m permite faze-lo por minha conta e risco.


Como não podia deixar de ser, também nestas aulas a maioria das coisas que fiz foi para outras pessoas:



Estas três foram para a minha amiga Li, em diferentes alturas, claro! Uma ofereci num dos seus aniversários, outra num Natal e, finalmente, a travessa, foi o meu presente de casamento.


Infelizmente não tenho fotografias de mais peças que fiz, pois além de na altura estava longe de saber o que é uma máquina digital, neste momento estão na posse das pessoas a quem as ofereci.


Espero que gostem!
...e assim me despeço com alguma nostalgia ao recordar esta técnica.


***=)

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Com a inspiração, nasce a criação.

Viver - porque não há maior dom que a vida.
Por Amor - porque nada somos sem este sentimento, essência do ser humano...do que faz , pensa, diz...é!
Viver por Amor é o nome que dou a este blog, assim como àquilo que crio...

São de amor, e também de paz - como o é o espírito de inspiração para este nome - os momentos que dedico a esta minha paixão: a de trabalhar com as mãos.


Não crio para mim, mas sim para os outros...não sei porquê...talvez seja apenas um hábito.
Foi bem novinha que, entre presentes personalizados que desejava oferecer, fui experimentando uma e outra coisa... curiosa... ansiosa pelo resultado.


Primeiro o papel, os bordados (meio ponto e ponto cruz), depois o feltro, mais tarde o decoupage e com ele a madeira...

Não sei ao certo qual a primeira coisa que fiz, mas sei que em tempos também sujei as mãos em barro e gesso...

... talvez tenha sido plasticina...claro! Qual a criança que não gosta de plasticina.



E foi por gostar de dar uso às minhas mãos, pouco delicadas, mas dedicadas e carinhosas que comecei a criar, também, para quem mo pedia.

Para iniciar este blog escolhi uma foto de um trabalho em papel, por ter sido dos primeiros materiais que usei, muitos anos antes, claro.




Esta caixa em forma de sapo é feita de cartolina canelada, e outros tipos de papel. Fi-la há cerca de 4 ou 5 anos para oferecer à minha prima Deda (que adoro de coração).

E pronto, é assim, com este sapinho sorridente que termino este meu primeiro post!



*** =)
Related Posts with Thumbnails